segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

TROVAS

TROVAS
                            Aparício Fernandes
O rancor inolvidável
cede ao impacto do perdão:
- Não há nada tão moldável
como o próprio coração!

Há paz nos céus estrelados,
vive o Amor no azul profundo!
Na Terra – há punhos cerrados
e o ódio avassala o mundo...

Crê que é dono do Destino,
tem poder de vida ou morte.
Mas não passa de um cretino,
escravo da própria sorte...

(Anuário de Poetas do Brasil, 1º volume, página 55)

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