terça-feira, 28 de março de 2017

TROVA DE CORRÊA JUNIOR

TROVA DE CORRÊA JUNIOR

AMAR – A TODOS É DADO.
BASTA VIVER, SIMPLESMENTE.
MAS AMAR E SER AMADO

É SINA DE POUCA GENTE.

SAUDADE - DA COSTA E SILVA

SAUDADE
DA COSTA E SILVA (POETA PIAUIENSE, CITADO POR ENÉAS ATHANÁZIO, EM SEU LIVRO: O PERTO E O LONGE – VOL. 3)

Saudade! Olhar de minha mãe rezando,
E o pranto lento deslizando em fio...
Saudade! Amor da minha terra... O rio
Cantigas de águas claras soluçando.

Noites de junho... O caburé com frio,
Ao luar, sobre o arvoredo, piando, piando...
E, ao vento, as folhas lívidas cantando
A saudade imortal de um sol estio.

Saudade! Asa de dor do Pensamento!
Gemidos vãos de canaviais ao vento...
As mortalhas de névoas sobre a serra...

Saudade! O Parnaíba – Velho Monge
As barbas brancas alongando... E, ao longe,

O mugido dos bois da minha terra...

FRASES

Ninguém é bastante competente para governar outra pessoa sem o seu consentimento.

Abraham Lincoln, presidente norte-americano.

segunda-feira, 27 de março de 2017

TROVA DE OLAVO BILAC

TROVA DE OLAVO BILAC

DÁ-ME AS PÉTALAS DE ROSA
DESTA BOCA PEQUENINA:
VEM COM TEU RISO, FORMOSA,

VEM COM TEU BEIJO, DIVINA!

domingo, 26 de março de 2017

TROVA DO FILEMON

TROVA DO FILEMON

POEMA SOBERBO E LINDO
ESCRITO POR DEUS, EM CORES:
É A NATUREZA SORRINDO

ATAPETADA DE FLORES.

REMINISCÊNCIAS

REMINISCÊNCIAS...

Em Ipupiara, onde nasci e em toda região da Bahia era comum os filhos cumprimentarem o pai, a mãe e os tios, dando-lhes uma bênção, não só como respeito, mas também pedindo proteção. Hoje, pouco se usa esse costume. Tempos modernos. E foi assim que o mano Mário Martins, que, na época estudava no Recife voltou, de férias, à Ipupiara. O tempo passava célere e o mano não queria decepcionar nenhum parente e às vezes era difícil reconhecer este ou aquele tio ou tia que morava nos arrabaldes (roças ou fazendas próximas à cidade). Então me convocava: Filemon, você vai na frente e quem você der bênção, já sei é tio ou tia. E eu ia na frente, bença tio, bença tia, e o mano atrás repetindo o gesto. Mas eram muitos tios e quando eu me adiantava um pouco mais, o Mário falava baixinho, devagar Filemon, devagar, que eu não vou saber quem você deu bênção. Assim, a nossa visita continuava e o mano sempre ficou bem na fita...


Nota: O mano nos deixou em 18/03/2016.

TROVA DE CARLOS RIBEIRO ROCHA

TROVA DE CARLOS RIBEIRO ROCHA
(IN MEMORIAM)

VEJO A PROVA FULGURANTE
DE UM PODER QUE NÃO TEM FIM,
NUMA ESTRELA – BEM DISTANTE,

NA VIDA – DENTRO DE MIM.