segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A JANGADA

   A JANGADA
                Filemon F. Martins
Ei-la singrando a imensidão dos mares
tão frágil, tão veloz e independente,
deixando  a praia, busca  outros lugares
sem medo, sem temor, inconseqüente...

Lançada ao mar...as ondas pelos ares...
vai conquistando o mar  azul, fremente,
não há tristezas, dores, nem pesares...
só a jangada deslizando à frente.

As ondas vêm e vão...e chega a tarde,
aflora um sentimento de saudade
e ela retorna cheia de emoções.       

Quantos sonhos viajam na jangada,
mas ao raiar da fresca madrugada
vai para o mar repleta de ilusões.

filemon.martins@uol.com.br
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