segunda-feira, 26 de setembro de 2011

FADA FALENA

Fada Falena

Delasnieve Daspet
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Uma brisa ligeira,
Balança os cabelos
Cor de trigo maduro.
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Explico a todos
Com sorriso de uva rosada,
Que no abraço de ferro,
Repousam mãos suaves da paz.
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Mais cedo ou mais tarde,
Abrirei as asas, cor de laranja,
Num olhar de avelã.
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E na dura viagem,
Que a dor não muda não,
Vou reinventando-me.
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Mas sempre serei eu, de novo,
De novo e de novo...
Um traço novo
No papel.
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O artista fantasia, cria,
Plasma e fecunda,
Expõe-se - crua e nua!
(Do site www.prefacio.net)

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