quarta-feira, 10 de julho de 2013

LUAL

LUAL
Miguel Eduardo Gonçalves


Através da palavra unicamente
Sente a vida, que afaga como beija...
E o poema gerando essa beleza
É entreaberta janela ao que não mente!

O silêncio analisa a natureza
Da ilusão segredada que a desvende
E inspirada em fazer-se confidente
Dispersando-se em letras como seja.

Dourado indisfarçável de um momento
Profundo em luz do céu mais imortal
Envolvendo a ternura do acalento...

Quando sinto esse enredo sem igual
Qual teatro que espreita o seu elenco
Lá no fundo me sinto num lual!








Um comentário:

Miguel Eduardo Gonçalves disse...

Filemon, é um grande presente recebo mais uma vez, Abraço forte, Miguel-