terça-feira, 1 de abril de 2014

METADES DESENCONTRADAS

METADES DESENCONTRADAS
MARIA JOSÉ ZANINI TAUIL

Retiro a poeira da palavra amor
Todos os dias driblo o cansaço
Deixo que o mundo me conheça
Pedindo que você não me esqueça

Aqueço o que dói, sinto que acalma
Guardo inseguranças num buraco da alma
E viajo num mundo de céu sem estrelas
E vivo ansiosa por vê-las...

Sinto que em algum lugar você há de estar
Sem encaixes, sem medidas exatas 
De nossas metades tão diferentes
Que só a perfeição do amor pode juntar

Busco o sorriso, o abraço forte
Para difíceis dias de coração tão vazio
E cabeça tão cheia... sem sul e sem norte
...................................................
Amores e rolos a parte, continuo assim
Escrevo poesia... porque faz parte de mim.



(Transcrito do site www.prefacio.net)

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