quarta-feira, 11 de junho de 2014

CONFISSÃO

CONFISSÃO
À minha esposa, com carinho.
Filemon F. Martins

Como eu te amo!
Como eu te adoro!
Quanto eu te quero!
Nem parece normal amar assim,
amar sinceramente,
querer-te assim tão docemente,
como se fosses, na terra, um querubim!

Por isso almejo com todo amor do mundo
viver perto de ti, de segundo em segundo,
sob a luz do teu olhar,
ouvindo a tua voz tão meiga a me falar.
Ah! Que ventura maior na vida existe,
eu que fui, nesta existência, um triste?
Hoje e sempre quero ficar contigo,
sentindo o teu calor,
e adormecer, sorrindo, para, depois dizer:

Eu sou feliz, muito feliz,
pois encontrei o amor da minha vida,
quero ser somente teu,
também deves ser minha, porque assim:
não haverá tristeza em meu caminho,
nem solidão, nem dor,
só haverá felicidade, compreensão, carinho,
E SOBRETUDO A PAZ DO NOSSO AMOR!




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