segunda-feira, 22 de junho de 2015

TROVAS DE PEDRO ORNELLAS

TROVAS DE PEDRO ORNELLAS
(SÃO PAULO)

Arranhavam feito espinho,
mas me lembro e o pranto cai...
Como era doce o carinho
das mãos rudes de meu pai!

Novo rumo, despedida...
E ao pressentir minhas dores,
a paineira, entristecida,

chora lágrimas de flores!

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