segunda-feira, 3 de agosto de 2015

ECLIPSE

ECLIPSE
Filemon F. Martins 

Ontem à tarde 
a Natureza orava 
e o silêncio era profundo. 
Uma leve brisa passava 
e acariciava meu rosto. 

Lá fora 
a tarde cheia de candura 
acontecia lentamente 
e mansamente 
o eclipse do sol se realizou 
e a noite se fez mais escura. 

Enquanto aqui dentro de mim, 
o sol dos teus olhos não brilhou, 
teu corpo não me fez calor, 
e tua voz meiga e doce 
em silêncio se fez e nunca mais 
teu sorriso me falou de amor.


Assim, eclipsei minha vida,
eclipsei meus sonhos,
eclipsei meu amor.


Nenhum comentário: