quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O AMOR II

O AMOR II

Filemon F. Martins


Como a planta que nasce no quintal, 
se bem cuidada cresce e fica linda. 
Também o amor que nasce natural 
pode crescer, viver, florir, ainda. 

É preciso, porém, que o amor normal 
seja cuidado com ternura infinda. 
O verdadeiro amor não tem rival, 
a beleza do corpo é que se finda. 

Quando o amor se revela por inteiro, 
o carinho renasce e vem primeiro 
ornando a vida e sobrepondo a dor. 

E juntos seguem pela vida afora 
vivendo intensamente a nova aurora, 
iluminados pela luz do amor. 

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